sexta-feira, 15 de maio de 2009

Jack Jonhnson

Nesta mensagem decidimos colocar um musico ligado ao surf. Não foi tarefa dificil porque quando se quer conectar musica e surf fala-se de Jack Jonhnson



Jack nasceu em Honolulu, Havaí, em 1975, aprendeu a tocar violão aos 14 anos de idade, começou por tocar musicas de Metallica e de Cat Stevens. Antes de lançar o álbum Brushfire Fairytales (1º album) fazia filmes de surf.
Aproximou-se mais da música aos 17 anos, quando ao participar numa competição de surf, sofreu um acidente que o deixou 90 dias inactivo. Durante esse período começou a compor musica influenciado por ídolos como Bob Marley.
Foi estudar cinema na Califórnia aos 18 anos, não queria ser um profissional do surf, por isso decidiu estudar cinema, ideia que lhe rendeu um documentário (Thicker than water), dirigido por Jack, gravado a partir de uma aventura ao redor do mundo com amigos, documentário aquele que em 1997 ganhou o título de documentário do ano pela revista Surfer.
Incentivado por amigos como Ben Harper, Jack Johnson gravou seu primeiro albúm, 'Brushfire Fairytales' em 2001. Em 2003, lançou seu segundo albúm, 'On And On'. Em 2005, Jack Johnson alcançou o topo de sua carreira com o lançamento de seu terceiro albúm, 'In Between Dreams', onde conquistou o 2° lugar no Top 200 da revista Billboard.
In Between Dreams e todos os discos posteriores foram gravados nao mais pela universal Records, mais pela sua própria gravadora, A Brushfire Records gravando cd's de varios amigos como Matt Costa, G.Love e Ben Harper.
Em 2006 Jack Johnson lançou seu quarto albúm, "Sing-A-longs and Lullabies for the film: Curious George". O albúm é a trilha sonora do filme de animação 'Curious George', na qual Jack compôs. O albúm tem participação de amigos, como Ben Harper, Matt Costa e G. Love. A música que tem feito mais sucesso se chama "Upside Down".
No dia 4 de Fevereiro de 2008 Jack Johnson lançou o quinto albúm de sua carreira, Sleep Through The Static, onde ele toca músicas dedicadas especialmente à família e amigos mais próximos.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Xica Santos


Desta vez achamos melhor colocar uma rapariga no nosso blog, fomos à procura e encontramos esta rapariga, Francisca Pereira dos Santos, mais conhecida por Xica. Escolhemos nao só pelo talento no surf mas tambem pelo seu belo sorriso.
A Surftotal esteve à conversa com esta surfista acerca da sua experiência no circuito WQS, bem como das suas expectativas para este novo ano competitivo.

ST: Xica, há quanto tempo é que corres etapas do WQS e desde quando é que começaste a fazê-lo com mais consistência?

Xica: A primeira etapa do WQs que corri foi em 2007 na Austrália. Foi um WQS de 6 estrelas e ainda consegui passar duas rondas até ao quadro principal. Em 2008 comecei por fazer apenas um WQS de 6 estrelas na Austrália e não planeava fazer muitos mais, mas como fiquei em 9º lugar aproveitei e fiz mais uns para aproveitar os pontos que tinha ganho com a minha classificação.

ST: Como é que correu a tua participação no circuito WQS no ano passado, de que etapas gostaste mais e porquê?

Xica: As de que gostei mais foram as da Austrália, Portugal e Hawaii. Na Austrália porque me correu bem e depois de grandes problemas na viagem com o passaporte lá consegui divertir-me, em Portugal porque é em casa, o heat não me correu mal mas precisava de uma nota que parecia não querer sair, e no Hawaii porque foi uma experiencia nova visto que nunca tinha surfado em Haleiwa.

ST: Na tua opinião, de que forma é que a tua preparação para um WQS é diferente do que para uma etapa do Nacional por exemplo?

Xica: Nos nacionais normalmente eu já conheço bem as praias e as adversárias, sinto-me mais confiante também porque tenho o meu treinador comigo, enquanto que lá fora estou sempre um bocado sozinha e ainda não estou tão a vontade com os sítios e as pessoas.

ST: O que sentes quando acabas uma etapa num WQS, achas que evoluíste só por teres surfado com algumas das melhores surfistas do mundo e ficas ainda com mais garra?

Xica: Sim é mais ou menos isso, tento sempre perceber o que fiz mal e o que vou corrigir para não acontecer no próximo heat, tanto a nível táctico como técnico.

ST: Como é surfar contra as melhores surfistas do mundo, sentes-te intimidada ou ainda te dá mais garra?

Xica: Intimidada mas tento concentrar-me ao maximo e abstrair-me um bocado do que se passa à volta e surfar.

ST: Este ano vais atacar o WQS em força, tens alguma planificação das etapas que pensas correr? Se sim quais são?
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Xica: Vou correr as etapas mais importantes, neste momento já me sinto mais bem preparada a nível físico para aguentar as mudanças de horários e mares difíceis e vou tentar sempre ir 4 dias antes pelo menos de cada competição.

ST: Quais são os teus objectivos para este ano?

Xica: Top 20 WQS e ser Campeã Nacional Open.

ST: A maior parte das vezes vais sozinha ou acompanhada? Se vais acompanhada vais com quem?

Xica: A maior parte das vezes vou sozinha nas viagens e depois fico sempre com o team Roxy ou por exemplo este ano em que a Joana Rocha também veio fiquei com ela em alguns WQS.

ST: Não gostavas que mais raparigas portuguesas corressem o WQS?

Xica: Claro que gostava e espero bem que para o ano já se mostrem mais interessadas em fazê-lo.

ST: O que achas que é preciso em termos de treino e apoios para apostar na participação no circuito WQS?

Xica: Em termos de treino acho que cada um estabelece o seu e tenta cumpri-lo ao pormenor, no meu caso é muito surf e um pouco de ginásio. A nível de apoios acho que sou bastante privilegiada porque tenho um carro oferecido pela Suzuki que me leva para as praias e ginásio sempre que quero, e claro a Roxy, a Tmn, a Vans e a Polen que ajudam da maneira que podem nas viagens e material.

ST: Quais são as raparigas estrangeiras com que te dás melhor?Xica: A Bruna Schmitz, a Lee-Anne curren e a Alize Arnaud.ST: E quais são para ti as melhores surfistas e porquê?

Xica: A Stephanie [Gilmore] e a Silvana Lima, são muito perfeitas, não sei explicar!

ST: Como é que têm sido os teus treinos?

Xica: Faz agora duas semanas que o mar não tem estado bom aqui perto por isso tenho ido sempre ao ginásio e feito surf 3 ou 4 vezes por semana.

ST: Diz-nos 5 objectos que sejam indispensáveis para ti quando vais correr um WQS.

Xica: Prancha, nécessaire, bikini, óculos de sol e a minha carteira.


Boa sorte para este ano Xica!!


sábado, 18 de abril de 2009

Manobras de Surf

Estava a fazer mais umas das minhas pesquisas sobre surf e achei interessante saber o nome das manobras, para poder compreender melhor aquilo que ando a ver em fotos, na televisão ou mesmo as vivo. Por isso aqui estas as manobras que encontrei, penso que existem mais mas estas foram as que eu encontrei:

Rasgada: O surfista vira o tail da prancha para frente e vira o corpo para onda.

Aerio: Quando o surfista salta sobre a onda e retorna com perfeição.

Cavada: O surfista vai por baixo da onda e sobe para realizar uma manobra.

Tubo: O surfista fica dentro da onda, no meio do tudo. A principal manobra do surf.

360º: Manobra em que o surfista dá uma volta completa com a prancha na onda.

Cut Back: O surfista adianta à onda e volta para dar a manobra na parte crítica.

Floater: Manobra em que o surfista sobe a crista da onda.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Pekel


A Surftotal entrevistou Nuande Silva mais conhecido por Pekel. O surfista brasileiro que vive em Portugal há já vários anos entrou recentemente para o team da Lightning Bolt.

Pekel fala sobre esta nova fase da sua vida, analisa o surf português e o brasileiro e promete continuar a dar espectáculo nas praias de Norte a Sul do país. Pekel está feliz com esta nova fase da sua vida e assegura que vai continuar a dar espectáculo nas praias de Portugal.

A Surftotal entrevistou Nuande Silva mais conhecido por Pekel. Quem já o viu surfar sabe que é um dos surfistas mais radicais que vive em Portugal com um repertório de aéreos e manobras “new school” que não deixam ninguém indiferente. Depois de estar nove anos sem um patrocinador forte, Pekel está feliz com esta nova fase da sua vida, mostra-se atento em relação à nova geração de surfistas nacionais e alerta que vai continuar a ser fiel às suas convicções.


SurfTotal: Olá Pekel. Recentemente integraste a equipa da Lightning Bolt. O que isso representa para ti?

Pekel: Representa um desafio tanto para a marca como para mim, pois a Lighitining Bolt, apesar de ser uma marca soul surf, tem apostado muito nos campeonatos e em atletas de alta competição. O facto de me terem contratado deixou-me muito feliz pois é o resultado do meu trabalho. Faço surf porque gosto pois se eu não gostasse já teria desistido há muito tempo.


ST: Apesar de seres um dos surfistas mais radicais que vive em Portugal, estiveste bastante tempo sem um patrocinador forte. Qual achas que foi o motivo principal?

Pekel: É verdade, estive nove anos sem um patrocinador principal, já neguei propostas dez vezes melhor que a que tenho agora porque não me agradavam. Por exemplo, às vezes as marcas querem que tu entres em competições, ou melhor, que trabalhes para elas e não querem que tenhas uma vida normal com as obrigações de pagar as contas do carro, da casa, etc. Não quero ser como 99,9% dos surfistas portugueses que são profissionais mas ainda moram com os pais... Prefiro ter uma profissão e ter tempo para fazer o que mais gosto que é surfar como vocês sabem que surfo (risos).


ST: De onde veio essa facilidade de realizares um repertório tão diverso de aéreos? Foi algo que desde cedo sentiste que dominavas ou levou muito tempo a aperfeiçoares?

Pekel: Tenho o surf dentro de mim, não é uma coisa forçada. Não sou aquele surfista de laboratório e, como também tenho muita flexibilidade na cintura, então faço o que me vai na cabeça. Passei muito tempo sem dar aéreos para ganhar mais força nas manobras e, quando decidir voltar a dar, parecia que tinha parado apenas ontem. É uma coisa natural.


ST: Logo no início do ano estiveste no Peru para uma surftrip com alguns dos riders da Lightning Bolt. Como correu a surftrip? Apanharam boas ondas?

Pekel: As ondas estiveram pequenas mas boas. Mas era uma surftrip só com “merrequeiros” então estavam todos felizes, especialmente o José Ferreira hshuahahsashu! Estou a brincar... foi muito bom, demo-nos muito bem e divertimo-nos bastante. Foi irado.


ST: Pretendes fazer do surf a tua vida mas, neste momento, tens um trabalho para além do surf. Explica-nos qual é a tua profissão e como fazes para conciliar ambos.

Pekel: Tudo o que tenho resulta do dinheiro do meu trabalho, do meu suor, não ganho com o surf. Ter fechado contrato com a Lightining Bolt deixou-me muito feliz pois, como referi anteriormente, é um desafio para mim e espero que dê resultado. Quanto ao tempo, os meus chefes são demais: como eles sabem do meu talento, deixam-me viajar entre outras coisas, e o treino diário tem a ver com o meu horário. E, claro, dão-me crédito porque eu sou uma pessoa muito responsável e profissional no trabalho.


ST: Conquistaste diversos títulos em todas as categorias no Brasil. Fala-nos um pouco da tua visão do nível de surf português relacionando também com o brasileiro.

Pekel: Não tem comparação. Os brasileiros estão muito à frente do nível de surf português e europeu. Estou a falar em nível de surf e não daquele surf de usar as bordas da prancha e fazer aquele surf sem graça que os tops WCT europeus fazem hoje que é só usar as bordas e fazer tubos. Não vejo graça nenhuma nisso. Mas a nova geração está a evoluir muito. Estive há pouco tempo em Marrocos e vi o Vasco Ribeiro e o José Ferreira que, para mim, tem o estilo mais bonito que um português alguma vez já teve. Vi também o Miguel Blanco, o Francisco Alves e outros. Eles estão a destruir e estou curioso para vê-los a surfar bem por esse mundo fora (eles já surfam melhor que quase todos os tops 16 do ano passado).


ST: Consideras a competição como uma oportunidade de evolução. Explica-nos melhor o que queres dizer. Não tens ambição de conquistar campeonatos? Ou vês-te mais como um freesurfer?

Pekel: Se investirem em mim, eu trabalho. Quero entrar em algumas competições mas apenas para evoluir pois acho que é muito importante ver bons surfistas e “picar-me” com eles. Desde que o Eduardo Fernandes veio para cá, senti que evolui mais pois estou sempre a surfar com ele e dá-me mais pica... Competi a minha vida toda, aprendi a surfar competindo, não sou um soul surfer, não sou um freesurfer de alma, sou uma pessoa que faço o que gosto e da forma que gosto. Sou um rebelde, ahaha! Adoro sair à noite, adoro surfar, adoro ser eu.


ST: Quais são os teus objectivos em termos de competição e free surf para este ano? Vais competir nos eventos WQS?

Pekel: Se tiver virado para a competição, este ano quero entrar em algumas provas do WQS. Senão, vou ficar a dar umas rabetadas e uns aéreos em algumas praias por aí (risos)!




Soup Mag.

Antes de comessar a minha longa pesquisa acerca do surf, quero comessar por falar da Soup. A Soup não é uma revista comercial onde so aparecem o surfers patrocinados e de topo, é uma revista que tenta mostrar o Soul e o Felling daquilo que é ser Surfer.



Soup é...... as cores de um fim de tarde, a sensação de andar descalço na areia molhada, o prazer de conhecer novos sítios, as aventuras e desventuras, as imagens que não se esquecem... as caras que marcam... as vidas daqueles que sentem,vivem e sonham... as ondas.

A Soup também é...... uma fogueira na praia, uma noite de verão, uma viagem à montanha, uma guitarra... um copo de vinho, uma boa piada, uma longa viagem de carro... uma praia deserta... uma praia de inverno... o calor do verão, o sal no corpo... um bom filme, a boa música, uma boa conversa... uma forma de expressão... a mulher, o homem... o corpo, a cara... a alma... o bom que é viver...a natureza, o mar... o surf.

http://www.soupthemag.com/